A NOSSA EUROPA
NOTICIA TIRADA DO JORNAL SUECO TEMPO 18 JUNHO 2007
Esta situação repete-se noutros países, Suécia, Inglaterra, Alemanha, etc. As nossas sociedades cometem o erro de aceitar que o fundamentalismo islâmico cresça, pensando que se formos tolerantes e permissivos com eles, esses sentimentos serão recíprocos.
Vejamos de que maneira o Islamismo encara as sociedades ocidentais:
“ Nos países islâmicos e em grande parte nas comunidades islâmicas europeias um moderado é simplesmente aquele que rejeita a violência como isntrumento para a difusão do Islão e para a defesa da comunidade islâmica. Mas isto não significa que eles considerem os seus valores compatíveis com os do Ocidente. Os moderados pretedem conquistar a Europa, mas através da expansão demográfica, da Islamização dos espaços sociais e da introdução do direito Islâmico nas instituições Ocidentais.
A discussão sobre o uso do terrorismo e da violência não se desenvolve em torno de juízos éticos a respeito de tais actos, mas acerca das suas consequências, elas poderiam provocar o isolamento e a derrota do Islão.
Entre as duas correntes, moderados e radicais, não existe uma divergência sobre o fim a alcançar, mas sim quanto à estratégia para o conseguir.
Centrada na islamização da vida quotidiana e na conquista territorial, ou então na acção política militar, a JIHAD é entendida como a guerra de depuração e aniquilamento do inimigo ( o Ocidente ).
A liga Árabe, fundada na Arábia Saudita em 1962 é o instrumento internacional mais activo para a difusão do Islão na Europa, os efeitos da sua acção constituem hoje o maior obstáculo à integração dos mulçulmanos na sociedade Ocidental. Deve-se, sobretudo, ao financiamento por parte da Arábia Saudita e da Liga Árabe a proliferação de mesquitas no Ocidente, a criação de redes financeiras e o control de jornais e redes de televisão.
As estatísticas apresentam uma eloquência dramática, o Islão, que conta hoje com mais de mil milhões de seguidores dispersos por todo o mundo, é a segunda religião da terra, e está prestes a tornar-se a segunda religião nacional em muitos países europeus. Esta presença consentra-se, sobretudo, nas grandes cidades, de Londres a Roma, de Marselha a Frankfurt, e reflecte-se, não apenas simbólicamente, em milhares de mesquitas espalhadas pela Europa, contra as 50 ou 60 que existiam aqui nos anos setenta, tal como num ódio aos valores Ocidentais . A mesquita não é só um lugar de oração, mas também um espaço público e social, um centro de propaganda política e cultural, espelho da concepção totalitária do Islão que ignora a distinção Ocidental entre ordem espiritual e temporal.
FONTE: GUERRA JUSTA GUERRA SANTA DE ROBERTO DE MATTEI
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