A NOSSA EUROPA
“ A Câmara Municipal em Copenhaga assuimiu a responsabilidade da gestão diária do infantário Salam, onde os pais exigiam uma educação estritamente islamista para os seus jovens filhos. Esta decisão da câmara foi tomada depois de um grupo de pais, membros de um grupo radical islâmico, terem assumido o control do infantário. Estes pais não aceitam que as suas crianças sejam criadas e educadas nos valores da sociedade que escolheram para viver, a sociedade Dinamarquesa. Entre outras medidas estes pais queriam que crianças com idades para estarem num infantário, fossem segregadas, ou seja rapazes e raparigas não podiam estar juntas, algumas crianças não podiam sequer desenhar ou dançar. No ano passado os pais furiosos obrigaram os seus filhos a danificar uns chapéus de pai Natal que teriam recebido numa visita de estudo, isto por representarem símbolos cristãos.”
NOTICIA TIRADA DO JORNAL SUECO TEMPO 18 JUNHO 2007
Esta situação repete-se noutros países, Suécia, Inglaterra, Alemanha, etc. As nossas sociedades cometem o erro de aceitar que o fundamentalismo islâmico cresça, pensando que se formos tolerantes e permissivos com eles, esses sentimentos serão recíprocos.
Vejamos de que maneira o Islamismo encara as sociedades ocidentais:
“ Nos países islâmicos e em grande parte nas comunidades islâmicas europeias um moderado é simplesmente aquele que rejeita a violência como isntrumento para a difusão do Islão e para a defesa da comunidade islâmica. Mas isto não significa que eles considerem os seus valores compatíveis com os do Ocidente. Os moderados pretedem conquistar a Europa, mas através da expansão demográfica, da Islamização dos espaços sociais e da introdução do direito Islâmico nas instituições Ocidentais.
A discussão sobre o uso do terrorismo e da violência não se desenvolve em torno de juízos éticos a respeito de tais actos, mas acerca das suas consequências, elas poderiam provocar o isolamento e a derrota do Islão.
Entre as duas correntes, moderados e radicais, não existe uma divergência sobre o fim a alcançar, mas sim quanto à estratégia para o conseguir.
Centrada na islamização da vida quotidiana e na conquista territorial, ou então na acção política militar, a JIHAD é entendida como a guerra de depuração e aniquilamento do inimigo ( o Ocidente ).
A liga Árabe, fundada na Arábia Saudita em 1962 é o instrumento internacional mais activo para a difusão do Islão na Europa, os efeitos da sua acção constituem hoje o maior obstáculo à integração dos mulçulmanos na sociedade Ocidental. Deve-se, sobretudo, ao financiamento por parte da Arábia Saudita e da Liga Árabe a proliferação de mesquitas no Ocidente, a criação de redes financeiras e o control de jornais e redes de televisão.
As estatísticas apresentam uma eloquência dramática, o Islão, que conta hoje com mais de mil milhões de seguidores dispersos por todo o mundo, é a segunda religião da terra, e está prestes a tornar-se a segunda religião nacional em muitos países europeus. Esta presença consentra-se, sobretudo, nas grandes cidades, de Londres a Roma, de Marselha a Frankfurt, e reflecte-se, não apenas simbólicamente, em milhares de mesquitas espalhadas pela Europa, contra as 50 ou 60 que existiam aqui nos anos setenta, tal como num ódio aos valores Ocidentais . A mesquita não é só um lugar de oração, mas também um espaço público e social, um centro de propaganda política e cultural, espelho da concepção totalitária do Islão que ignora a distinção Ocidental entre ordem espiritual e temporal.
FONTE: GUERRA JUSTA GUERRA SANTA DE ROBERTO DE MATTEI
NOTICIA TIRADA DO JORNAL SUECO TEMPO 18 JUNHO 2007
Esta situação repete-se noutros países, Suécia, Inglaterra, Alemanha, etc. As nossas sociedades cometem o erro de aceitar que o fundamentalismo islâmico cresça, pensando que se formos tolerantes e permissivos com eles, esses sentimentos serão recíprocos.
Vejamos de que maneira o Islamismo encara as sociedades ocidentais:
“ Nos países islâmicos e em grande parte nas comunidades islâmicas europeias um moderado é simplesmente aquele que rejeita a violência como isntrumento para a difusão do Islão e para a defesa da comunidade islâmica. Mas isto não significa que eles considerem os seus valores compatíveis com os do Ocidente. Os moderados pretedem conquistar a Europa, mas através da expansão demográfica, da Islamização dos espaços sociais e da introdução do direito Islâmico nas instituições Ocidentais.
A discussão sobre o uso do terrorismo e da violência não se desenvolve em torno de juízos éticos a respeito de tais actos, mas acerca das suas consequências, elas poderiam provocar o isolamento e a derrota do Islão.
Entre as duas correntes, moderados e radicais, não existe uma divergência sobre o fim a alcançar, mas sim quanto à estratégia para o conseguir.
Centrada na islamização da vida quotidiana e na conquista territorial, ou então na acção política militar, a JIHAD é entendida como a guerra de depuração e aniquilamento do inimigo ( o Ocidente ).
A liga Árabe, fundada na Arábia Saudita em 1962 é o instrumento internacional mais activo para a difusão do Islão na Europa, os efeitos da sua acção constituem hoje o maior obstáculo à integração dos mulçulmanos na sociedade Ocidental. Deve-se, sobretudo, ao financiamento por parte da Arábia Saudita e da Liga Árabe a proliferação de mesquitas no Ocidente, a criação de redes financeiras e o control de jornais e redes de televisão.
As estatísticas apresentam uma eloquência dramática, o Islão, que conta hoje com mais de mil milhões de seguidores dispersos por todo o mundo, é a segunda religião da terra, e está prestes a tornar-se a segunda religião nacional em muitos países europeus. Esta presença consentra-se, sobretudo, nas grandes cidades, de Londres a Roma, de Marselha a Frankfurt, e reflecte-se, não apenas simbólicamente, em milhares de mesquitas espalhadas pela Europa, contra as 50 ou 60 que existiam aqui nos anos setenta, tal como num ódio aos valores Ocidentais . A mesquita não é só um lugar de oração, mas também um espaço público e social, um centro de propaganda política e cultural, espelho da concepção totalitária do Islão que ignora a distinção Ocidental entre ordem espiritual e temporal.
FONTE: GUERRA JUSTA GUERRA SANTA DE ROBERTO DE MATTEI
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